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GNV

Cuidados na Instalação do Kit de GNV

1. VERIFICAÇÃO DO SISTEMA DE IGNIÇÃO (VELAS/CABOS DE VELAS/BOBINA)

Para o bom funcionamento de seu veículo no GNV, é fundamental que as velas, cabo de vela e bobina estejam em perfeito estado.

O estado da vela é crucial para o perfeito funcionamento do veículo. Elas são responsáveis pela produção das faíscas que fazem o motor funcionar.

Não se pode esquecer que cada tipo de motor possui um tipo de vela específica. Quando se usa a vela errada, também podemos ter problemas. Procure usar exclusivamente velas e cabos originais da NGK, especialmente se seu carro roda a GNV.

Em veículos convertidos a GNV é aconselhável a troca das velas de ignição a cada 10 mil quilômetros, metade do tempo recomendado para automóveis a gasolina ou a álcool.

Caso o veículo tenha rodado 10 mil quilômetros ou mais desde a última troca, recomenda-se, para o bom funcionamento do veículo no GNV, fazer a substituição das velas e cabos de velas (utilizar a marca NGK).

Na manutenção preventiva do sistema de ignição do veículo, havendo necessidade de troca da bobina, utilizar sempre a marca original do veículo.

2. VEÍCULOS FLEX

Veículos FLEX geralmente se adaptam melhor ao GNV utilizando o álcool. Isso ocorre devido às temperaturas de queima entre ÁLCOOL e GNV no motor do veículo, que são muito próximas. (ALCOOL - 400º / GNV - 620º).

Alguns carros FLEX após a adaptação do kit GNV aceitam que se abasteça somente com um combustível, geralmente ÁLCOOL. Isso se deve a características específicas da central de injeção eletrônica de cada carro.

Optando pelo uso da gasolina, o sistema FLEX poderá identificar o GNV como ÁLCOOL (devido à proximidade de queima entre ÁLCOOL e GNV). Neste caso, a gasolina deverá ser substituída pelo ÁLCOOL. Insistindo no uso da GASOLINA, o veículo poderá ter dificuldade de ligar com o motor frio.

Entenda que cada instalação é única e diferente, o que vale para um carro, pode não valer para outro. Isso vai depender do modelo de carro e do estado que ele se encontra.

IMPORTANTE: Desde 16 de março de 2015, o percentual obrigatório de etanol na gasolina comum é de 27%. O percentual na gasolina premium é de 25% - Portaria Nº 75, de 5 de março de 2015, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Resolução Nº 1, de 4 de março de 2015, do Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool (CIMA).

Percentuais superiores de ETANOL na GASOLINA ou GASOLINA ADULTERADA podem provocar no veículo falhas na hora da partida, alto consumo de combustível e danos ao catalisador.

3. COMBUSTÍVEL LÍQUIDO / BOMBA DE COMBUSTÍVEL

O veículo deve ser mantido com pelo menos 1/4 de combustível líquido no tanque. Rodar com pouco combustível diminui sensivelmente a vida útil da bomba de combustível.

A bomba de combustível é a peça responsável por mandar o álcool ou a gasolina do tanque para o sistema de injeção. Nos carros de hoje ela é elétrica e trabalha imersa no próprio combustível (dentro do tanque) que também é responsável por lubrificá-la. Se o carro rodar sempre na reserva, ela passa mais tempo exposta sem lubrificação.

“Quando há pouco combustível, a bomba sofre com o superaquecimento. Ela passa a trabalhar mais tempo com a temperatura acima do recomendando. Isso compromete a vida útil da peça”, Isso não significa, porém, que a bomba estrague só porque o carro está com tanque quase vazio. O que não pode, aconselham as montadoras, é a prática recorrente de rodar com o carro sempre na reserva, sempre com a luz do combustível acesa. “O recomendado é nunca deixar baixar de 1/4 no tanque. Além de preservar o funcionamento da bomba, vai evitar que ela puxe sujeira do fundo do tanque”.

Caso a bomba estrague completamente, o carro não funcionará porque o combustível não chega à câmara de combustão. Ela pode, porém, dar sinais que está com a vida útil comprometida com falhas durante o funcionamento.

Perguntas Frequentes

O que é Gás Natural?

O Gás Natural é uma mistura de hidrocarbonetos e gases inertes com predominância de metano (de 78% a 82%), que à temperatura ambiente e pressão atmosférica, permanece no estado gasoso. É um gás inodoro, incolor, não-tóxico e mais leve que o ar. GNV (Gás Natural Veicular) é a terminologia utilizada para o gás natural usado como combustível para veículos automotores.

O Gás Natural é igual ao GLP?

Não. Suas características são muito diferentes do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo – cujo uso como combustível em veículos automotores é proibido). O GLP é composto de propano e butano e, embora seja hoje o combustível doméstico de maior aceitação no País, é asfixiante e inflamável. O GLP liquefaz-se a temperaturas normais e pressões moderadas. O gás natural, por sua vez, é mais leve que o ar e não é tóxico.

Como abastecer um veículo movido a Gás Natural?

O abastecimento é tão simples quanto o de álcool ou gasolina, e é feito através de uma multiválvula com dispositivo de abastecimento, geralmente instalada próximo ao regulador de pressão. O tempo de abastecimento é próximo ao tempo do abastecimento líquido.

Quais as vantagens de utilizar um veículo movido a GVN?

É seguro; Ambientalmente correto; É fácil e possui um custo baixo a instalação do kit GNV; Tem sempre um posto perto de você; Você economiza até 55% nos gastos com combustível; Seu carro vai muito mais longe; Não pode ser adulterado; O kit pode ser facilmente transferido para outro veículo. Já são mais de 1.300.000 veículos circulando no país.

Qual é a autonoma de um veículo movido a Gás Natural?

Ela é determinada pelo tamanho do cilindro (compartimento onde é armazenado o gás dentro do automóvel), de acordo com a autonomia do motor de cada veículo, o GNV faz de 2 a 3 km a mais do que o combustível original.

Como opera um veículo biocombustível?

Um veículo bi-fuel, ou bicombustível, pode operar alternadamente com gás natural ou com gasolina/álcool.

O veículo movido a Gás Natural polui menos?

Sim. Os veículos movidos a gás natural enquadraram-se na categoria de veículos com baixíssima emissão de poluentes, pois o gás natural é um dos combustíveis mais limpos. A combustão gera emissões menos contaminantes ao meio ambiente, atendendo desta forma aos limites estabelecidos pelo Proconve (Programa de Controle de Emissões por Veículos Automotores).

Para aumentar o espaço disponível no porta-malas, o proprietário poderá retirar o cilindro?

Não. Por tratar-se de um sistema que trabalha a alta pressão, recomenda-se que o manuseio ou a manutenção sejam realizadas somente por um técnico especializado, que poderá garantir todas as condições de segurança necessárias.

A manutenção de um veículo movido a Gás Natural é igual à de um veículo movido a álcool ou gasolina?

Sim, a manutenção é tão simples quanto à de um veículo comum.

Quais são as vantagens para o frotista em instalar o kit para Gás Natural nos veículos?

A principal vantagem para o frotista está na economia obtida por quilômetro rodado, que pode chegar até 55% em relação ao álcool e à gasolina.

Como é feita a distribuição do Gás Natural veicular para os postos de abastecimento?

Após sua extração, o gás natural é transportado por gasodutos e/ou rede de gás das companhias distribuidoras até os postos de abastecimento.

Gás Natural é proveniente do lixo?

Não. O gás natural veicular é proveniente de poços de petróleo e consiste de uma mistura de hidrocarbonetos leves e gases inertes com predominância do metano (de 78% a 82%).

Quanto tempo é necessário para instalar o kit para Gás Natural em um veículo?

Geralmente 4 a 6 horas de trabalho, podendo alcançar períodos maiores em função da complexidade da instalação, devido às condições operacionais solicitadas pelo usuário ou por características do próprio veículo.

O Gás Natural veicular é mais barato que a gasolina?

Sim, e seu preço de venda é consideravelmente inferior ao da gasolina (GNV R$ 2,17 x Gasolina R$ 3,72). A relação de rendimento é de 1 para 1,2. Um automóvel Toyota Etios, por exemplo, que consome em média 1 litro de gasolina para percorrer 11 km, percorrerá 14 km com 1m³ de GNV.

O Proprietário veículo pode retirar o kit GNV de um carro ou reinstalar em outro?

Sim. Caso o proprietário queira trocar o veículo em que foi instalado o kit GNV, o mesmo poderá ser facilmente transferido para o carro novo, bastando apenas pequenas modificações ou em alguns casos poderá ser necessário modificações mais complexas, como até mesmo o upgrade do sistema de GNV. Em ambos os casos, será necessário um novo certificado de homologação, uma vez que o anterior era específico para o primeiro veículo.

O que é uma instalação bem feita?

Podemos considerar uma instalação de sistema de gás natural bem feita quando esta proporciona ao usuário do veículo segurança, conforto ao dirigir e ainda atende aos limites das leis ambientais, e que o veículo tenha um desempenho o mais próximo da sua concepção original.
A segurança está relacionada à qualidade dos componentes instalados, principalmente quando aplicados na alta pressão, e à localização desses componentes no veículo (estes não podem ficar expostos a calor excessivo, alta tensão, impactos, devendo permitir fácil acesso e manuseio).
O conforto ao dirigir é obtido quando o sistema de GNV não modifica o modo de dirigir o veículo após a sua instalação, isto é, não interfere no desempenho do motor com combustível original e, quando com gás, produz apenas uma discreta perda de potência.
Resumindo, uma boa instalação deve assegurar as seguintes condições: baixo índice de emissão de poluentes; menor perda de potência do veículo; melhor aproveitamento no espaço do porta-malas ou caçamba do veículo. Importante: A instalação e a manutenção deverão ocorrer sempre em oficinas homologadas pelo Inmetro. Na instalação, atentar para o peso, dimensionamento e capacidade do cilindro.

Onde posso fazer uma requalificação de cilindo de GNV?

Em nossa empresa. Estamos equipados e qualificados para atender todas as necessidades dos nossos clientes.

Qualquer pessoa pode instalar o sistema de conversão do GNV?

Não. A instalação do sistema de gás natural deve ser realizada por uma empresa instaladora registrada pelo Inmetro.

Qual a pressão de abastecimento permitida para postos de GNV?

A pressão permitida para abastecimento de gás natural veicular é de até 220 kgf/cm².

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